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20111216

TEU PRIVILÉGIO

via: a. r. nery

Nos momentos difíceis, - naturais no caminho de todos, - não desperdices o tesouro das horas com desesperação e abatimento. Recorda o privilégio que recebeste da vida, - o privilégio de ajudar. É possível que nuvens de desenganos te hajam caído na estrada por aguaceiro de fel; isso, porém, não te impede levar algum consolo aos que vegetam em catres de sofrimento e que não tiveram no curso de muitos anos nem mesmo o mais leve sopro de qualquer esperança.

Falas de empeços domésticos que te barram a caminhada para a meta de determinados desejos; nada, todavia, te impossibilita a condução de apoio, ainda que mínimo,àqueles companheiros outros que suspiram por liberdade, nos impedimentos das prisões e dos hospitais.

Referes-te à preocupações que te esbraseiam o cérebro para responder com eficiência aos desafios do mundo; desfrutas, entretanto, a bênção de poder amparar as criaturas irmãs que perderam, temporariamente, o equilíbrio mental, segregadas nos manicômios.

Reporta-te a desastres afetivos que te deixaram em lágrimas de saudade; mais possuis a faculdade de frustrar a solidão ofertando presença e conforto aos irmãos que atravessam a romagem terrena, em extremada penúria, suplicando migalha de reconforto. Não te abandones ao pessimismo, quando trazes contigo o dom de construir e recuperar.

Quando tantos companheiros da Humanidade se vêm impedidos de caminhar para a solução dos problemas que lhe são próprios, considera a tua prerrogativa de caminhar para socorrê-los. E, se te vês em carência de amor ou alegria, exerce, para logo, o teu privilégio de compreender e auxiliar.

Quem sustenta, é sustentado.
Quem serve, é servido.
Quem dá, recebe. Essa é a Lei.

Emmanuel
Extraída do livro Mãos Unidas.
Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
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20111215

VIVER EM CONJUNTO

via: a. r. nery



A ciência mais difícil que até hoje encontramos foi a de viver em conjunto, e o mais interessante é que precisamos desse intercâmbio para viver. A lei nos condicionou a essas necessidades biológicas e espirituais. A própria vida perde o sentido se nos isolarmos das criaturas. Elas têm algo que não possuímos e nós doamos a elas certos estímulos que a natureza lhes negou.  Vemos nisto a presença de Deus,  levando-nos ao amor de uns para com os outros.  E assim aprendemos a amar por Amor.

A sociedade cada vez mais se aprimora, desde quando seus membros passam a se respeitar mutuamente, entrosando as qualidades e desfrutando da fraternidade na convivência. A sociedade é, pois, a flor do aprimoramento humano. No entanto, essa sociedade não pode existir sem o lar. Ela se desarmoniza se deixar de existir a família, que é o sustentáculo da harmonia  que pode ser desfrutada pelos homens, em todos os rumos dos seus objetivos.

Se queres paz em teu lar, começa a respeitar os direitos dos que convivem contigo. Se romperes a linha divisória dos direitos alheios, afrontarás a tua própria paz. Quem somente impõe suas idéias, passa a ser  joguete dos pensamentos dos outros, às vezes, sem perceber. Estuda a natureza humana, pelos livros e pela observação, que a experiência te dirá os caminhos a tomar e a conduta a ser seguida.

Vê como falas a quem te ouve e como ouves a quem te fala e, neste auto-aprendizado,  as lições serão guardadas em lugares de que a vida sabe cuidar. Não gastes teu tempo em palavras  que desagradam, nem em horas de silêncio que desapontam. Procura usar as oportunidades no bom senso que equilibra a alma. Procura conversar com os outros na altura  que eles já atingiram. Isso não é disfarce,  é respeito às sensibilidades, é sentir-te  irmão de todos em todas as faixas da vida.

Ao encontrares uma criança, não passas a ser outra para que ela te entenda? Assim deves fazer nas dimensões da vida humana em que te encontras. A felicidade depende da compreensão, que gera Caridade, que gera Amor. Conviver com os outros é, realmente, uma grande ciência, é a ciência da vida.

Fomos feitos para viver em sociedade. Se recusarmos, atrofiamo-nos e disso temos provas observando as plantas  que frutificam mais em conjunto;  as pedras, que dão mais segurança quando amontoadas, e os animais, que sempre  andam em convivência. Tudo se une para a maior grandeza da criação.

Essas lições não são somente para os encarnados. Os espíritos, na erraticidade, igualmente obedecem a essa grande regra de viver bem. Nós nos unimos em todas as faixas a que pertencemos, no entusiasmo do bem, que nos dá a vida.  Aprendamos, pois, a conviver, a entender e  respeitar os nossos irmãos que trabalham  e vivem conosco, que tudo passará a ser, para nós,  motivo de felicidade, onde enxergaremos somente o Amor.

Contrariar as leis que nos congregam é desagregar a nossa própria paz. E para aprender a viver bem com os outros,  necessário se faz que nos eduquemos  em todos os sentidos, que nos aprimoremos em todas as virtudes. Sem esse trabalho interior,  será difícil alcançar a paz imperturbável  no reino do coração.

pelo espírito de Lancellin
psicografia João Nunes Maia
do Livro Cirurgia Moral
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20111212

RECLAMAR MENOS

via: a. r. nery

“Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; 
porque esta é a lei e os profetas" - Jesus (Mateus, 7:12). Emmanuel


Para extinguir a cultura do ódio nas áreas do mundo, imaginemos como seria melhor a vida na terra se todos cumpríssemos fielmente o compromisso de reclamar menos.

Quantas vezes nos maltratamos, reciprocamente, tão só por exigir que se realize, de certa forma, aquilo que os outros só conseguem fazer de outra maneira! De atritos mínimos, então partimos para atitudes extremas. Nessas circunstâncias, costumamos recusar atenção e cortesia até mesmo àqueles a quem mais devemos consideração e amor; implantamos a animosidade onde a harmonia reinava antes; instalamos o pessimismo com a formulação de queixa desnecessária ou criamos obstáculos onde as grandes realizações poderiam ter sido tão fáceis. Tudo porque não desistimos de reclamar, - na maioria das ocasiões, - por simples bagatelas.

De modo geral, as reivindicações e desinteligências reportam, mais freqüentemente, entre aqueles que a Sabedoria Divina reuniu com os mais altos objetivos na edificação do bem, seja no círculo doméstico, seja no grupo de serviço ou de ideal. Por isso mesmo, os conflitos e reprovações aparecem quase sempre no mundo, nas faixas de ação a que somos levados para ajudar e compreender. Censuras entre esposo e esposa, pais e filhos, irmãos e amigos. De pequenas brechas se desenvolvem os desastres morais que comprometem a vida comunitária desentendimentos, rixas, perturbações e acusações.

Dediquemos à solução do problema as nossas melhores forças, buscando esquecer-nos, de modo a sermos mais úteis aos que nos cercam, e estejamos convencidos de que a segurança e o êxito de quaisquer receitas de progresso e elevação solicitam de nós a justa fidelidade ao programa que a vida estabelece em toda parte, a favor de nós todos: reclamar menos e servir mais.

Livro: Segue-me. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
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20111208

PEDRAS

via: a. r. nery

As dificuldades de qualquer natureza são sempre pedras simbólicas, asfixiando-nos as melhores esperanças do dia, do ideal, do trabalho ou do destino, que recebemos na glória do tempo.

É necessário saber tratá-las com prudência, serenidade e sabedoria.

Há diversos modos de considerar os obstáculos, removendo-os ou aproveitando-os.
O preguiçoso recebe os calhaus da luta e estende-se no caminho, sucumbido ao seu peso. É o espírito desanimado, indolente e enfermiço.

O desesperado, em se sentindo sob os granizos da sorte, confia-se à intemperança mental e atira-os ao viandante inocente ou à porta de companheiros inofensivos. É o espírito indisciplinado, renitente e impulsivo, que sabe apenas ferir o próximo ou denegri-lo com atitudes impensadas ou levianas.

O homem inteligente, todavia, recebe as pedras da experiência e, ainda mesmo sangrando as mãos ou o coração, recolhe-as, cuidadoso, valendo-se delas para a confecção de utilidades ou para a construção de edifícios consagrados ao agasalho, ao reconforto ou à benemerência, em favor dele mesmo, e de quantos ao acompanham na marcha evolutiva.

Ninguém passará ileso nos caminhos do mundo.

As pedras da incompreensão e da dor, no ambiente comum da existência carnal, chovem sobre todos.
Do entendimento e da conduta de cada um dependerão a felicidade ou o infortúnio, na laboriosa romagem terrestre.

Emmanuel
Livro: “Vida em Vida” Psicografia: “Francisco Cândido Xavier” Espíritos Diversos
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20111203

O ESPELHO DE GANDHI

Perguntaram a Mahatma Gandhi quais são os fatores que destroem os seres humanos.

Ele respondeu: A Política, sem princípios; o Prazer, sem compromisso; a Riqueza, sem trabalho; a Sabedoria, sem caráter; os negócios, sem moral; a Ciência, sem humanidade; a Oração, sem caridade. A vida me ensinou que as pessoas são amigáveis, se eu sou amável, que as pessoas são tristes, se estou triste, que todos me querem, se eu os quero, que todos são ruins, se eu os odeio, que há rostos sorridentes, se eu lhes sorrio, que há faces amargas, se eu sou amargo, que o mundo está feliz, se eu estou feliz, que as pessoas ficam com raiva quando eu estou com raiva, que as pessoas são gratas, se eu sou grato. A vida é como um espelho: se você sorri para o espelho, ele sorri de volta. A atitude que eu tome perante a vida é a mesma que a vida vai tomar perante mim. "Quem quer ser amado, ame" O caminho para a felicidade não é reto. Existem curvas chamadas EQUÍVOCOS, existem semáforos chamados AMIGOS, luzes de cautela chamadas FAMÍLIA, e tudo se consegue se tens: um estepe chamado DECISÃO, um motor poderoso chamado AMOR, um bom seguro chamado Fé, combustível abundante chamado PACIÊNCIA, mas acima de tudo um motorista habilidoso chamado DEUS!

20111130

DEUSA DANU


Segundo a lenda celta, Dana nasceu em um Clã de Dançarinos que viviam ao longo do rio Alu. Seu nome foi escolhido por sua avó, Kaila, Sacerdotisa do Clã. Foi ela que sonhou com uma barca carregando seu povo por mares e rios até chegarem em uma ilha, onde deveria construir um Templo, para que a paz e a abundância fossem asseguradas. Ao despertar, Danu relatou seu sonho ao conselho e a grande viagem começou então a ser planejada.

Também conhecida como Danu, é a maior Deusa Mãe da mitologia celta. Seu nome "Dan", significa conhecimento, tendo sido preservada na mitologia galesa como a deusa Don, enquanto que outras fontes equipararam-na à deusa Anu. Na Ibéria, a divindade suprema do panteão celta é considerada a senhora da luz e do fogo. Era ela que garantia a proteção e a justiça. Dana ou Danu também é conhecida por outros nomes: Almha, Becuma, Birog, ou Buan-ann, de acordo com o lugar de seu culto.

Um antigo “feitiço” celta mandava congelar uma moeda, fazendo um encantamento para proteger os ganhos e evitar os gastos. Dizem que funcionava.

Os descendentes da Dana e seu consorte Bilé (Beli) eram conhecidos como os "Tuatha Dé Dannan" (povo descendente da Deusa Dana, reverenciados pelos Celtas), uma variação nórdica de Diana, que era adorada em bosques de carvalhos sagrados.O nome "Dana"é derivado da Palavra Céltica Dannuia ou Dannia.

A ligação dos Celtas para com sua Deusa Dana era muito intensa, basta verificar o nome dado ao rio onde a civilização Celta se desenvolveu: Danúbio. A ligação Celta com o vale do rio Danúbio também é expressa em seu nome original. "Os filhos de Danu", ou "Os filhos de Don".

Dana é irmã de Math e seu filho é Gwydion. Sua filha é Arianrhod, que tem dois filhos, Dylan e Llew. Os dois outros filhos de Dana são Gobannon e Nudd.

Dana era considerada a Mãe dos Deuses, depois de ter lhes dado seu nome. Há várias interpretações do seu nome, sendo que uma delas é "Terra Molhada" e o mais poética, "Água do Céu".

Danu é uma das Dea Matronae da Irlanda e a Deusa da fertilidade. Seu símbolo mágico é um bastão.

Embora prefira não fazer referências ao cristianismo, aqui preciso abrir uma excessão, já que a figura mística de Dana foi cristianizado na figura de Santa Ana, mãe da Virgem Maria, pois sua existência é proveniente de uma antiga divindade indo-européia.

Também é conhecida na Índia, como o nome de "Ana Purna" e em Roma toma o nome de "Anna Perenna".
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20110923

SOL DE PRIMAVERA


via: a. r. nery

Quando entrar setembro e a boa nova andar nos campos
Quero ver brotar o perdão onde a gente plantou juntos outra vez
Já sonhamos juntos semeando as canções no vento
Quero ver crescer nossa voz no que falta sonhar
Já choramos muito, muitos se perderam no caminho
Mesmo assim não custa inventar uma nova canção que venha nos trazer
Sol de primavera abre as janelas do meu peito
A lição sabemos de cor
Só nos resta aprender...

Beto Guedes
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20110912

FALA EM PAZ


Justo lembrar: a voz humana está carregada de vibrações.
Esforça-te por evitar os gritos intempestivos e inoportunos.
Uma exclamação tonitruante equivale a uma pedrada mental.
Se alguém te dirige a palavra em tom muito alto, 
faze-lhe o obséquio de responder em tom mais baixo.
Os nervos dos outros são iguais aos teus: desequilibram-se facilmente.
Discussão sem proveito é desperdício de forças.
Não te digas sofrendo esgotamento e fadiga para poder lançar frases tempestuosas e ofensivas; 
aqueles que se encontram realmente cansados procuram repouso e silêncio.
Se te sentes à beira da irritação, estás doente e o doente exige remédio.
Barulho verbal apenas complica.
Pensa nisso: a tua voz é o teu retrato sonoro.


(De "Calma", de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel) 

20110911

DESPRENDIMENTO


Fácil é desprender-se alguém da moeda que sobra, em favor do vizinho necessitado, mas é muito difícil projetar, a benefício dos outros, o sorriso de estímulo e o abraço da fraternidade que ajuda efetivamente.

Fácil é dar, de acordo com a nossa vontade e modo de ver ou sentir, mas é sempre difícil auxiliar o companheiro de jornada humana, segundo os projetos e aspirações que ele nos apresenta.

Fácil é desligar o coração de objetos e bens, no enriquecimento de quantos sejam simpáticos aos nossos caprichos individuais, mas é muito difícil ceder em favor daqueles que não nos acompanham as opiniões.

Fácil é transmitir o que nos custou esforço algum, entretanto, é difícil espalhar o que supomos conquista nossa.

Fácil é sacrificarmo-nos pela melhoria dos nossos amigos e familiares, no entanto, é sempre difícil a renunciação em auxílio dos que não oram pela cartilha de nossas devoções pessoais.

Fácil é libertar a palavra que ensina, mas é muito difícil desenvolver a ação que realiza.

Incontestavelmente, grande amor à Humanidade demonstra o aprendiz do Evangelho que distribui o pão e o remédio, o socorro e o ensinamento, a esmola e o auxílio, nas linhas materiais da vida; contudo, enquanto não aprendermos a dar de nosso suor, do nosso ponto de vista, do nosso concurso individual, do nosso sangue, do nosso tempo e de nosso coração, em favor de todos, não ingressaremos, realmente, no grande Templo da Humanidade, onde receberemos, edificados e felizes, o título de companheiros e discípulos de Jesus.

Espírito: Emmanuel 
Psicografia: Francisco Cândido Xavier 
Livro: Família

20110908

NO JUSTO MOMENTO


No justo momento em que:
O fracasso lhe atropele o carro da esperança;
O apoio habitual lhe falte a existência;
A ventania da advertência lhe açoite o espírito;
A aflição se lhe intrometa nos passos;
A tristeza lhe empane os horizontes;
A solidão lhe venha fazer companhia;
No momento justo, enfim, em que a crise ou a angústia, a sombra 
ou a tribulação se lhe façam mais difíceis de suportar, não chore e nem esmoreça.
A água pura a fim de manter-se pura é servida em taça vazia.
A treva de meia-noite é a ocasião em que o tempo dá sinal de partida para nova alvorada.
Por maior a dificuldade, jamais desanime.
O seu pior momento na vida é sempre o instante de melhorar.

Albino Teixeira 
Do livro Paz e renovação. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

20110907

PERDÃO NA INTIMIDADE


Quando nos referimos a perdão, habitualmente mentalizamos o quadro clássico em que nos vemos à frente de supostos adversários, distribuindo magnanimidade e benemerência, qual se pudéssemos viver sem a tolerância alheia.

O assunto, porém, se espraia em ângulos diversos, notadamente naqueles que se reportam ao cotidiano.
Se não soubermos desculpar as faltas dos seres que amamos, e se não pudermos ser desculpados pelos erros que cometemos diante deles, a existência em comum seria francamente impraticável, porquanto irritações e azedumes devidamente somados atingiram quotas suficientes para infligir a desencarnação prematura a qualquer pessoa.

Precisamos muito mais do perdão, dentro de casa, que na arena social, e muito mais de apoio recíproco no ambiente em que somos chamados a servir, que nas avenidas rumorosas do mundo.
Em auxílio a nós mesmos, todos necessitamos cultivar compreensão e apoio construtivo, no amparo sistemático a familiares e vizinhos, chefes e subalternos, clientes e associados, respeito constante a vida particular dos amigos íntimos, tolerância para os entes amados, com paciência e olvido diante de quaisquer ofensas que assaltem os corações. Nada de aguardamos sucessos calamitosos, dores públicas e humilhações na praça, a fim de aparecermos na posição de atores da benevolência dramatizada, apesar de nossa obrigação de fazer o bem e esquecer o mal, seja onde for.

Aprendamos a desculpar - mas a desculpar sinceramente, de coração e memória -, todas as alfinetadas e contratempos, aborrecimentos e desgostos, no círculo estreito de nossas relações pessoais, exercitando-nos em bondade real para ser realmente bons. Tão somente assim, lograremos praticar o perdão que Jesus nos ensinou. E se o Mestre nos ensinou perdoar setenta vezes sete aos nossos inimigos, quantas vezes deveremos perdoar aos amigos que nos entretecem a alegria de viver? Decerto que o Senhor se fez omisso na questão porque tanto de nossos companheiros necessitam de nós, quanto nós necessitamos deles, e, por isso mesmo, de corações entrelaçados no caminho da vida, é imprescindível reconhecer que, entre os verdadeiros amigos, qualquer ocorrência será motivo para aprendermos, com segurança, a abençoar e entender, amar e auxiliar.

Livro: Alma e Coração. 
Espírito Emmanuel
Psicografia de Francisco Cândido Xavier

20110904

OM GUM GANAPATAYEI NAMAH

O Ganesha Chaturthi é a celebração do nascimento do deus Ganesha, filho do deus Shiva com a deusa Parvati. Comemorado em todo o mundo pelos Hindus, simboliza o nascimento do sábio. Ganesha é considerado a personificação da sabedoria, prosperidade e bem-aventurança, é o Senhor de todos os seres, remove os obstáculos e traz inícios auspiciosos. É um ícone da transcendência. É visto pelos xamãs do vale do Katmandu, os Jhankris do Nepal, que cultuam deidades hinduístas e budistas, como "o Primeiro Xamã" e "Guardião dos Portais", herança da religião xamânica himalaya pré-budismo do Tibete, o Bön, praticado desde a idade da pedra. 
No dia do aniversário de Ganesha não se deve olhar para a lua. A lua caiu na risada ao ver um garoto grande com cabeça de elefante carregado  por um pequenino ratinho. Então os deuses castigaram a lua por isso,  dizendo que não se pode olhar para a lua no dia de Ganesha. Muitas vezes devido a ignorância não entendemos as ações de um sábio, seu comportamento e palavras. No dia do nascimento de Ganesha devemos olhar para o "Ser" e desviar a atenção do "ser".

Nesta noite um ritual Hindu especial de agradecimento com Ayahuasca e o "Puja", serão oferecidos para o Senhor Ganesha ao som de músicas e mantras devocionais.

Jai Ganesha, Jai Ganesha, Jai Ganesha Deva
Feliz Chaturthi! 

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20110626

AMAR E ETCETERA E TAL

C Am
EU SEI, VOCÊS TAMBÉM SABEM. 
Dm G7 C
O QUE É PRA SE FAZER 
Am
SER MAIS LEGAL, NÃO FAZER TANTO MAL 
Dm G7 C C7
AMAR E ETECETERA E TAL 
F C
VAMOS COMEÇAR A NOS MELHORAR 
G C C7
FAZER O QUE O CRISTO ENSINOU 
F C
AMAR É TÃO NORMAL, CANTAR NOS FAZ TÃO BEM 
G C
VIBRE ASSIM VOCÊ TAMBÉM 
C Am
EU SEI, VOCÊS TAMBÉM SABEM 
Dm G7 C
O QUE FAZER PRA AJUDAR 
Am
O BEM SEMEAR UMA MÃO APERTAR 
Dm G7 C C7
PODER SORRIR E ABRAÇAR 
F C
SEJA NOSSO IRMÃO, CANTE ESSA CANÇÃO 
G7 C C7
EMBARQUE NESSA VIBRAÇÃO 
F C
ABRA O CORAÇÃO, AJUDE SEU IRMÃO 
G7 C
ASSIM SE FAZ A EVOLUÇÃO. ( NO FIM REPETE 5 X) 
Am Dm G7 C
EU SEI, VOCÊS TAMBÉM SABEM... O QUE FAZER PRA AJUDAR 
Am Dm G7 C
SER MAIS LEGAL NÃO FAZER TANTO MAL ...AMAR E ETECETERA E TAL 
SEJA NOSSO IRMÃO...

C

Am

Dm

G7

C7

F

G


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