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20110921

TAO TE CHING

via: d.guarda
Tao Te Ching
Capítulo 2





Quando o mundo percebe que a beleza é a beleza, a feiúra é criada
Quando percebe que o bem é o bem, o mal é criado

Assim o ser e o não ser geram um ao outro
A difícil e o fácil trazem um ao outro
Longo e curto revelam um ao outro
Alto e baixo suportam um ao outro
Música e voz harmonizam um ao outro
Frente e trás seguem um ao outro

Portanto o sábio:
Consegue trabalhar sem agir
E ensinar sem palavras

Trabalha com inúmeras coisas mas não as controla
Cria mas não possui
Age mas não tem expectativas

Tem sucesso mas não se apega ao sucesso
E é porque não se apega ao sucesso
Que dura eternamente



Notas
hard.gif (227 bytes)easy.gif (189 bytes)become.gif (221 bytes)"Difícil" e "fácil" trazem um ao outro
long.gif (194 bytes)short.gif (232 bytes)shape.gif (234 bytes)"Longo" e "curto" revelam um ao outro
high.gif (199 bytes)low.gif (152 bytes)tilt.gif (250 bytes)"Alto" e "baixo" suportam um ao outro
sound1.gif (230 bytes)sound2.gif (186 bytes)and.gif (198 bytes)"Voz" e "musica" harmonizam um ao outro
front.gif (209 bytes)rear.gif (243 bytes)follow.gif (230 bytes)"Frente" e "trás" seguem um ao outro


"Difícil" e "fácil" são conceitos relativos um ao outro. "Longo" e "curto" precisam um do outro para ter significado. 

O universo é cheio de dualidades. Tudo é relativo; os valores só tem sentido por comparação. Por exemplo, uma tarefa só pode ser considerada “fácil” em comparação com outra que seja relativamente mais difícil. Se não houver comparação possível, a tarefa não pode ser classificada em termos de dificuldade. Analogamente, só podemos dizer que um objeto é longo se o comparamos com um ouro objeto similar que seja mais curto. Uma metade da dualidade não pode existir sem a outra. A descrição de um conceito cria seu próprio oposto.

20110907

PERDÃO NA INTIMIDADE


Quando nos referimos a perdão, habitualmente mentalizamos o quadro clássico em que nos vemos à frente de supostos adversários, distribuindo magnanimidade e benemerência, qual se pudéssemos viver sem a tolerância alheia.

O assunto, porém, se espraia em ângulos diversos, notadamente naqueles que se reportam ao cotidiano.
Se não soubermos desculpar as faltas dos seres que amamos, e se não pudermos ser desculpados pelos erros que cometemos diante deles, a existência em comum seria francamente impraticável, porquanto irritações e azedumes devidamente somados atingiram quotas suficientes para infligir a desencarnação prematura a qualquer pessoa.

Precisamos muito mais do perdão, dentro de casa, que na arena social, e muito mais de apoio recíproco no ambiente em que somos chamados a servir, que nas avenidas rumorosas do mundo.
Em auxílio a nós mesmos, todos necessitamos cultivar compreensão e apoio construtivo, no amparo sistemático a familiares e vizinhos, chefes e subalternos, clientes e associados, respeito constante a vida particular dos amigos íntimos, tolerância para os entes amados, com paciência e olvido diante de quaisquer ofensas que assaltem os corações. Nada de aguardamos sucessos calamitosos, dores públicas e humilhações na praça, a fim de aparecermos na posição de atores da benevolência dramatizada, apesar de nossa obrigação de fazer o bem e esquecer o mal, seja onde for.

Aprendamos a desculpar - mas a desculpar sinceramente, de coração e memória -, todas as alfinetadas e contratempos, aborrecimentos e desgostos, no círculo estreito de nossas relações pessoais, exercitando-nos em bondade real para ser realmente bons. Tão somente assim, lograremos praticar o perdão que Jesus nos ensinou. E se o Mestre nos ensinou perdoar setenta vezes sete aos nossos inimigos, quantas vezes deveremos perdoar aos amigos que nos entretecem a alegria de viver? Decerto que o Senhor se fez omisso na questão porque tanto de nossos companheiros necessitam de nós, quanto nós necessitamos deles, e, por isso mesmo, de corações entrelaçados no caminho da vida, é imprescindível reconhecer que, entre os verdadeiros amigos, qualquer ocorrência será motivo para aprendermos, com segurança, a abençoar e entender, amar e auxiliar.

Livro: Alma e Coração. 
Espírito Emmanuel
Psicografia de Francisco Cândido Xavier

20110716

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minha voz continua a mesma!
mas meus cabelos...
quanta diferença!!!

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20110612

♫ NEED YOU NOW

Hush darling, don't you cry
Hush darling, don't you cry
Cause they're never gonna reach you, never gonna reach you
Hush darling, don't you cry
Hush darling, don't you cry
Cause they're never gonna reach you, never gonna reach you
In the morning I come down
In the morning I break down
But you're never gonna get away
Gonna get away
I know I'm running baby
but I need you now
Said I know we're going crazy
but I need you now
I need you now
To fight somehow
I know we're running baby
but I need you now
I know we're going crazy
but I need you now
I need you now
To fight somehow
There's a beauty in the waking night
There's a memory waking up
But it's never gonna reach you
never gonna reach you
In the morning I come down
In the morning I break down
But you're never gonna get away
Gonna get away
Hand touches your body now
Lips touch as you're falling down
Run for the last train
One of them will get you home
I know we're going crazy,
but I need you now
I know we're running baby
but I need you now
Need you now
To fight somehow
I know we're going crazy
but I need you now
I know we're running baby
but I need you now
I need you now
To fight somehow
But I need you now
But I need you now
Tonight
Tonight

♥ cut copy

20110428

CARLOS BEVILACQUA

VOLTA

Nas esculturas apresentadas em “VOLTA”, as partes estabelecem entre si uma relação necessária, essencial e, se poderia dizer, natural. Elas só fazem o que os materiais – madeira, ferro e pedra – permitem. Há nelas um modo de operar concreto, construtivo. E a força das partes se anula para construir a leveza da forma, como nas esferas de diferentes dimensões que se entrecruzam suspensas por linhas de “Inclinação Horizontal”.

A mostra é composta de seis esculturas. A linha e a esfera ou seus segmentos são recorrentes. Mas o que volta nas obras nunca é igual. Além de recorrências formais cada peça individualmente parece nos mandar de volta a atenção que lhe enviamos como numa parábola. Em sua forma abstrata e interrelações geométricas, o todo cria símbolos tridimensionais cujo sentido se aproxima do nada. O próprio título “VOLTA” devolve ao leitor, como sentido, o movimento que a palavra lhe dirige enquanto signo. Mas o que volta também pode ser o que há em comum, semelhanças. As esculturas investigam, de modo poético, o que nos faz humanos: a dimensão espiritual e o processo de abstração pelo qual criamos linguagem, relacionando o particular em idéias gerais. Uma idéia geral é sempre uma potencialidade. O seu modo de ser é in futuro. O artista põe a matéria a serviço do imaterial, mas não faz isso negando-a, e sim considerando-a como uma realidade concreta.

Tanto os materiais utilizados como as relações de proporção e distância são encontrados na natureza. Bavilacqua utiliza ainda objetos: chumbo de pesca – que mostra o fio de prumo em “Ek momento” – e redoma de vidro, em “Meu canto”, que parece pôr uma aura sobre o ponto de encontro das linhas horizontal e vertical ao envolvê-lo com o elemento imaterial do ar. O artista alia o suprasensível à esfera do imanente e do natural, ao que há de inalienável em cada um.

Fernando Gerheim


Artur Fidalgo Galeria
Abertura 05 de maio de 2011 quinta-feira 19h às 23h
Exposição 05 de maio à 11 de junho de 2011
2ª a 6ª de 10h às 19h, Sáb de 10h às 14h
Rua Siqueira Campos n° 143,  2° piso - ljs 147/150
Copacabana - Rio de Janeiro - RJ - Brasil
entrada franca
faixa etária livre
tel. 55 21- 25496278
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20110427

HINO DA BANDEIRA NACIONAL

Música: Francisco Braga
Letra: Olavo Bilac


1:
Salve, lindo pendão da esperança,
Salve, símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.


(Refrão:)
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!


2:
Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.


(Refrão:)
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!


3:
Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever;
E o Brasil, por seus filhos amado,
Poderoso e feliz há de ser.


(Refrão:)
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!


4:
Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre, sagrada bandeira,
Pavilhão da Justiça e do Amor!


(Refrão:)
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

20110414

OVOS EXCLUSIVOS PARA PESSOAS ESPECIAIS


clique para ampliar!


"A Páscoa 2011 é inspirada em diferentes motivos mas segue uma linha única de pensamento: a renovação do uso da forma.

Através da mesma forma geométrica - neste caso o ovo, produzir peças lúdicas e completamente distintas uma das outras. Além disso, a forma do ovo anuncia o recheio.

O delicado Trisk revela o conteúdo de três brigadeiros (pistache, nutella e chocolate) em cada um dos ovos que o compõe, o Colméia é um bolo de pão de mel recheado com doce de leite na forma de uma fava com pequenas abelhas feitas de chocolate belga ao mel, e a Daruma antecipa seus delicados bombons de chá.

As técnicas empregadas em cada ovo são diferentes. A mais complexa delas são os recortes e pintura da Daruma. Para que não apareça onde o ovo foi juntado ao outro, com uma pistola compressora de ar, utilizando chocolate belga e manteiga de cacau, pulveriza-se as camadas de cores que conferem a ela sua vida e expressão.

Todos os ovos são feitos com matéria prima de excelente qualidade. Utilizando chocolates de diferentes blends da Callebaut, chás especiais, mel silvestre e pastas italianas para conferir sabor aos brigadeiros - além de peças exclusivas, os ovos são ricos em sabor.

As embalagens são pensadas na segurança do manuseio das peças: a Daruma e o Trisk acompanham uma pequena porcelana. Simples e transparentes, deixam o ovo completamente a vista, deixando que todos possam ver a beleza da cada um deles.

Todo esse trabalho serve para mostrar a versatilidade do chocolate e como além de gostoso ele pode ser tão belo quanto uma escultura."






20110403

MÊS DOS OVOS!

via: Angela Schoberle


CARVING EGG SHELLS
(Recebi o e-mail em russo e sem os créditos dos artistas...)



































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