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20110922
20110920
STUDIO SOPA
Idealizado pelo fotógrafo Leo Cavallini, o Studio Sopa inaugura seu novo espaço no tradicional bairro da Barra Funda, região central de São Paulo.
Dispondo de 900 m², o local permite trabalhos fotográficos de diversos tamanhos. São dois estúdios com camarim, entrada para veículos, garagem privativa, ampla cozinha, internet wi-fi e pós-produção in-house, proporcionando agilidade na criação fotográfica com preço competitivo.
Visite portifólio online e fique ligado nas novidades através do blog, Facebook e Twitter.
11 8460.5060
www.studiosopa.com
são paulo, sp, brasil
20110917
PLANO DE MOBILIDADE SUSTENTÁVEL DE SÃO PAULO
No sábado, 24 de setembro, uma grande ação vai acontecer em São Paulo. Sairemos de nossas bolhas em direção à Avenida Paulista, onde transformaremos o símbolo da nossa cidade no símbolo da mudança. Onde iremos espalhar nossas demandas por um plano de mobilidade sustentável e nossas esperanças na forma de bolhas de sabão.
Esse evento faz parte do dia global de ação Moving Planet - um dia para ir além dos combustíveis fósseis e é apenas uma das milhares de ações acontecendo pelo mundo. Você não pode perder!
O QUE: A Cidade é Nossa: Passeata pelo Plano de Mobilidade Sustentável de São Paulo.
PORQUÊ: A Secretaria de Transportes da cidade de São Paulo tem R$15 milhões previstos no orçamento desse ano para fazer um plano de mobilidade e ainda não começou! Queremos participar da elaboração de um plano de mobilidade que devolva a cidade para seus cidadãos, que contemple transporte de qualidade, com tarifa justa e durante as 24 horas do dia, que priorize o transporte público e não motorizado e valorize a acessibilidade, que fiscalize a legislação que protege a todos, que eduque para a cidadania e respeito no trânsito.
QUANDO: concentração a partir das 15h no Vão Livre do MASP, com saída prevista para às 16h
ONDE: MASP (Avenida Paulista, 1578) - Praça do Ciclista - Rua da Consolação - Matilha Cultural (Rua Rêgo Freitas, 542)
O QUE TRAZER(opcional): Bolhas de sabão, faixas, cartazes, bicicleta, patins, patinete, skate, seus amigos, família, animais de estimação, protetor solar, guarda-chuva (nunca se sabe...).
ORGANIZADORES: 350.org, Carbono Zero Courier, Caronetas, Chega de Acidentes, Coletivos Jovens de Meio Ambiente, Ecogreens, Futura, Greenpeace Brasil, Grupo Escoteiro João Ramalho, Hub São Paulo, iBiosfera, IDEC, IPESA, MAIA, Mais Diferenças, Matilha Cultural, Movimento Boa Praça, Movimento Passe Livre, Moving Planet, Portal 2014, Portal ZN na Linha, Quintal, Rede Nossa São Paulo, Setembro Verde, SWU, Viração, Vitae Civilis, Viva Vitão, Zazcar
Confirme sua participação pelo Facebook!
Venha com a gente retomar a cidade. Ela é nossa. Saia da sua bolha e traga bolhas de sabão. Caminhar é preciso!
Até lá!
E sabia que a Secretaria de Transportes da cidade de São Paulo tem R$15 milhões disponíveis para fazer um plano de mobilidade e ainda não começou? Espalhe essa informação, confirme sua presença, chame seus amigos e venha com a gente retomar a cidade no dia 24/9! Saia da sua bolha e traga bolhas de sabão. Caminhar é preciso!
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20110627
20110621
IT’S OK TO BE GAY (E SIMPATIZANTE TAMBÉM)!
via Marcelle
Durante a 29ª Casa de Criadores (em parceria com o Governo e a Prefeitura de SP) aconteceu uma votação pra escolher uma estampa de camiseta pra ser a imagem da campanha “HOMOFOBIA FORA DE MODA”! Fui convidado pra fazer parte do júri e como critério pensei que teria que ser algo que eu fosse usar de verdade pra sair por aí e não algo que depois virasse pijama! Tinham vária legais mas as minhas preferidas foram essas duas:
Em primeiro a do Murillo Chibana, que fala tanto de meninos e meninas e é bemmm linda!
Coladinha, em segundo lugar, a estampa do Joelson Bugila é meio grafitti, meio cordel e bem bacana também:
O resultado já saiu e os três primeiros colocados estnao de parabéns!!!
Confere quem ganhou clickando aqui no site da CASA DE CRIADORES !
#PÊMIOSEMDINHEIRO
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20110609
20110506
VALDIRLEI DIAS NUNES
V. D. Nunes, Sem título (Relevos) - Antecedentes e predecessores.
Por A. Pedrosa.
A linha e o traço no desenho podem representar uma barra, um bastão, uma régua, um cano - ou tão somente uma linha ou um traço no papel. De maneira correlata, o cubo pintado ou desenhado é, também, uma caixa, um plinto ou um pedestal; uma pérola é, assim, uma esfera; um anel é, por fim, um círculo. Esses são os jogos aparentemente singelos da representação - em pintura, escultura, desenho.
Na última década, os trabalhos de Valdirlei Dias Nunes mapearam, de maneira especulativa e exaustiva, uma sucessão de possibilidades permutáveis entre abstração (invariavelmente do tipo geométrico) e figuração; entre pintura, desenho e escultura[1]. Vencer o aparente abismo que existe entre figuração e abstração frequentemente faz com que figuras geométricas - antes autônomas, abstratas, superiores, descoladas e isoladas do mundo - assumam feições mundanas. E, de fato, havia algo de melancólico na pintura de uma mesa ou pedestal finamente revestido de madeira, às vezes até com elaborados recortes construtivos, o veio da madeira executado com mão firme, porém reveladora do toque do punho do artista; todo esse esforço para não sustentar coisa alguma sobre sua superfície (diferentemente dos pequenos e preciosos objetos que os pedestais pintados contra os fundos negros dos anos 1990 de Nunes sempre sustentavam).
É a partir dessa trajetória que surgem, de modo coerente e preciso, os relevos de Nunes, que, portanto, devem ser compreendidos como situados no cruzamento entre os caminhos da pintura, da escultura e do desenho. O relevo é, aqui, síntese cabal da articulação e do diálogo entre diferentes meios, tratando de temas comuns, a partir de distintos ângulos, através de vários prismas. Nos relevos de Nunes, o traço, enfim, não é mais linha, nem listra, não é barra ou cano, seja pintado ou desenhado. Sem título (Relevos) consistem em paralelepípedos pintados de laca branca nos quais foram inseridas barras de latão dourado de maneira transversal e diagonal, rompendo a ortogonalidade da composição do quadro.
Alguns antecedentes mais distantes aos relevos de Nunes merecem nomeação, todos de vocação geométrica: Aluísio Carvão, Willys de Castro e Iran do Espírito Santo. No relevo de Carvão, Construção VI (1955, 85 x 59,5 cm), barras horizontais e verticais brancas cruzam-se sob um fundo branco; nos relevos de Espírito Santo, que a propósito levam títulos próximos ao de Nunes (2001, 50 x 40 x 4 cm), a matéria é alumínio, e linhas ortogonais cruzam outras diagonais. Nos Objetos ativos de De Castro (1959-1961), a barra encontra-se autônoma, descolada do plano, e, portanto, assume sua vocação tridimensional, ainda que com superfícies pictóricas.
Os relevos de Nunes evocam também Mira Schendel. Pensamos nos Sarrafos, a última série da artista, feita em 1987, um ano antes de sua morte. Vale recordar as palavras de Souza Dias, que podem ser aplicadas, mutatis mutandis, a Nunes:
Com os sarrafos, a artista retomava pontos de sua própria trajetória, ao concentrar, num mesmo objeto, desenho, pintura e escultura, estabelecendo, a partir deles, uma nova orientação para a análise de sua obra. Com a pintura, enquanto meio e suporte, Mira transforma a linha em escultura. O percurso de formalização anguloso dessas ripas negras que se libertam do plano pictórico transmite-nos uma ação enérgica, porém cuidadosamente planejada.[2]
O negro dos Sarrafos de Schendel verte-se em ouro em Nunes, remetendo a referência à artista a outra série, às pinturas com têmpera feitas alguns anos antes: por exemplo, Sem título (1995, 89 x 159 cm) consiste numa grande superfície branca ocupada apenas por um pequeno triângulo em folha de ouro, situado no canto superior direito do quadro. Tanto em Nunes quanto em Schendel, vemos o contraste entre o vasto território branco e o pequeno fragmento ou fina fatia dourada. Tanto num quanto noutro, o puro minimalismo é impugnado pelo ouro. Neste momento, é preciso lembrar Leonilson, um artista mais próximo de Nunes, que por sua vez também usava o ouro na contracorrente do minimalismo. Seu A.P. (1991, 210 x 147 cm), por exemplo, consiste em dois retângulos de voile branco sem chassis, pendurados na parede lado a lado, com as bordas laterais e inferiores pintadas de ouro - a vasta superfície branca, transparente, tão leve que o vento a faz tremular, enquadrada por uma tinta dourada que macula seu despojamento.
O precioso ouro é a mais contaminada e mundana das cores, é o grão antiascético de qualquer narrativa. Afinal, não nos esqueçamos dos antecedentes fortemente figurativos de Nunes: o relevo aqui também é o retrato da lâmina, da espada, da flecha, da faca, da navalha e da agulha - ainda que de ouro e escamoteada em barra.
[1] Em 2001, eu escrevia sobre as então recentes pinturas de Nunes: "Seu realismo e representação sem rodeios agora jogam com abstração geométrica e minimalismo, tomando como objeto a representação de finas e sutis linhas, barras, listras, caixas, cubos, pedestais e quadrados, pintados em branco, ouro, marrom, contra um refinado pano de fundo branco". In "A pintura roubada/The Stolen Painting". Trans>arts.cultures.media, n. 9-10, Nova York e São Paulo, 2001, p. 292.
[2] Geraldo Souza Dias, Mira Schendel: Do espiritual à corporeidade. São Paulo: Cosac Naify, 2009, p. 323.
20110410
20110403
BURROS MOTIVADOS
via Luciana Nicolodi
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| Francesca Gavin |
A revista ISTO É publicou esta entrevista de Camilo Vannuchi. O entrevistado é Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nacional e internacional. 'Cuidado com os burros motivados' Em 'Heróis de Verdade', o escritor combate a supervalorização das aparências, diz que falta ao Brasil competência, e não auto-estima.
ISTO É -- Quem são os heróis de verdade?
Roberto Shinyashiki -- Nossa sociedade ensina que, para ser uma pessoa de sucesso, você precisa ser diretor de uma multinacional, ter carro importado, viajar de primeira classe. O mundo define que poucas pessoas deram certo. Isso é uma loucura. Para cada diretor de empresa, há milhares de funcionários que não chegaram a ser gerentes. E essas pessoas são tratadas como uma multidão de fracassados. Quando olha para a própria vida, a maioria se convence de que não valeu à pena, porque não conseguiu ter o carro, nem a casa maravilhosa. Para mim, é importante que o filho da moça que trabalha na minha casa, possa se orgulhar da mãe. O mundo precisa de pessoas mais simples e transparentes. Heróis de verdade são aqueles que trabalham para realizar seus projetos de vida, e não para impressionar os outros. São pessoas que sabem pedir desculpas e admitiram que erraram.
ISTO É -- O Sr. citaria exemplos?
Shinyashiki -- Quando eu nasci, minha mãe era empregada doméstica e meu pai, órfão aos sete anos, empregado em uma farmácia. Morávamos em um bairro miserável em São Vicente (SP) chamado Vila Margarida. Eles são meus heróis. Conseguiram criar seus quatro filhos, que hoje estão bem. Acho lindo quando o Cafu põe uma camisa em que está escrito '100% Jardim Irene'. É pena que a maior parte das pessoas esconda suas raízes. O resultado é um mundo vítima da depressão, doença que acomete hoje 10% da população americana. Em países como o Japão, a Suécia e a Noruega, há mais suicídio do que homicídio. Por que tanta gente se mata? Parte da culpa está na depressão das aparências, que acomete a mulher, que embora não ame mais o marido, mantém o casamento, ou o homem que passa décadas em um emprego, que não o faz se sentir realizado, mas o faz se sentir seguro.
ISTO É -- Qual o resultado disso?
Shinyashiki -- Paranóia e depressão cada vez mais precoce. O pai quer preparar o filho para o futuro e mete o menino em aulas de inglês, informática e mandarim. Aos nove ou dez anos a depressão aparece. A única coisa que prepara uma criança para o futuro, é ela poder ser criança. Com a desculpa de prepará-los para o futuro, os malucos dos pais estão roubando a infância dos filhos. Essas crianças serão adultos inseguros e terão discursos hipócritas. Aliás, a hipocrisia já predomina no mundo corporativo..
ISTO É -- Por quê?
Shinyashiki -- O mundo corporativo virou um mundo de faz-de-conta, a começar pelo processo de recrutamento. É contratado o sujeito com mais marketing pessoal. As corporações valorizam mais a auto-estima do que a competência. Sou presidente da Editora Gente e entrevistei uma moça que respondia todas as minhas perguntas com uma ou duas palavras. Disse que ela não parecia demonstrar interesse. Ela me respondeu estar muito interessada, mas como falava pouco, pediu que eu pesasse o desempenho dela, e não a conversa. Até porque ela era candidata a um emprego na contabilidade, e não de relações públicas. Contratei-a na hora. Num processo clássico de seleção, ela não passaria da primeira etapa.
ISTO É -- Há um script estabelecido?
Shinyashiki -- Sim. Quer ver uma pergunta estúpida feita por um presidente de multinacional no programa 'O Aprendiz'? - Qual é seu defeito? Todos respondem que o defeito é não pensar na vida pessoal: - Eu mergulho de cabeça na empresa. Preciso aprender a relaxar. É exatamente o que o Chefe quer escutar. Por que você acha que nunca alguém respondeu ser desorganizado ou esquecido? É contratado quem é bom em conversar, em fingir. Da mesma forma, na maioria das vezes, são promovidos aqueles que fazem o jogo do poder. O vice-presidente de uma as maiores empresas do planeta me disse: 'Sabe, Roberto, ninguém chega à vice-presidência sem mentir'. Isso significa que quem fala a verdade não chega a diretor!
ISTO É -- Temos um modelo de gestão que premia pessoas mal preparadas?
Shinyashiki -- Ele cria pessoas arrogantes, que não têm a humildade de se preparar, que não têm capacidade de ler um livro até o fim e não se preocupam com o conhecimento. Muitas equipes precisam de motivação, mas o maior problema no Brasil é competência. Cuidado com os burros motivados. Há muita gente motivada fazendo besteira. Não adianta você assumir uma função, para a qual não está preparado. Fui cirurgião e me orgulho de nunca um paciente ter morrido na minha mão. Mas tenho a humildade de reconhecer que isso nunca aconteceu graças a meus chefes, que foram sábios em não me dar um caso, para o qual eu não estava preparado. Hoje, o garoto sai da faculdade achando que sabe fazer uma neurocirurgia. O Brasil se tornou incompetente e não acordou para isso.
ISTO É -- Está sobrando auto-estima?
Shinyashiki -- Falta às pessoas a verdadeira auto-estima. Se eu preciso que os outros digam que sou o melhor, minha auto-estima está baixa. Antes, o ter conseguia substituir o ser. O cara mal-educado dava uma gorjeta alta para conquistar o respeito do garçom. Hoje, como as pessoas não conseguem nem ser, nem ter, o objetivo de vida se tornou parecer. As pessoas parecem que sabem, parece que fazem, parece que acreditam. E poucos são humildes para confessar que não sabem. Há muitas mulheres solitárias no Brasil, que preferem dizer que é melhor assim. Embora a auto-estima esteja baixa, fazem pose de que está tudo bem.
ISTO É -- Por que nos deixamos levar por essa necessidade de sermos perfeitos em tudo e de valorizar a aparência?
Shinyashiki -- Isso vem do vazio que sentimos. A gente continua valorizando os heróis. Quem vai salvar o Brasil? O Lula. Quem vai salvar o time? O técnico. Quem vai salvar meu casamento? O terapeuta. O problema é que eles não vão salvar nada! Tive um professor de filosofia que dizia: 'Quando você quiser entender a essência do ser humano, imagine a rainha Elizabeth com uma crise de diarréia durante um jantar no Palácio de Buckingham'. Pode parecer incrível, mas a rainha Elizabeth também tem diarréia. Ela certamente já teve dor de dente, já chorou de tristeza, já fez coisas que não deram certo. A gente tem de parar de procurar super-heróis, porque se o super-herói não segura a onda, todo mundo o considera um fracassado.
ISTO É -- O conceito muda quando a expectativa não se comprova?
Shinyashiki -- Exatamente.. A gente não é super-herói nem superfracassado. A gente acerta, erra, tem dias de alegria e dias de tristeza. Não há nada de errado nisso. Hoje, as pessoas estão questionando o Lula, em parte porque acreditavam que ele fosse mudar suas vidas e se decepcionaram. A crise será positiva se elas entenderem que a responsabilidade pela própria vida é delas.
ISTO É -- Muitas pessoas acham que é fácil para o Roberto Shinyashiki dizer essas coisas, já que ele é bem-sucedido. O senhor tem defeitos?
Shinyashiki -- Tenho minhas angústias e inseguranças. Mas aceitá-las faz minha vida fluir facilmente. Há várias coisas que eu queria e não consegui. Jogar na Seleção Brasileira, tocar nos Beatles (risos). Meu filho mais velho nasceu com uma doença cerebral e hoje tem 25 anos. Com uma criança especial, eu aprendi que, ou eu a amo do jeito que ela é, ou vou massacrá-la o resto da vida para ser o filho que eu gostaria que fosse. Quando olho para trás, vejo que 60% das coisas que fiz deram certo. O resto foram apostas e erros. Dia desses apostei na edição de um livro, que não deu certo. Um amigão me perguntou: 'Quem decidiu publicar esse livro?' Eu respondi que tinha sido eu. O erro foi meu. Não preciso mentir..
ISTO É - Como as pessoas podem se livrar dessa tirania da aparência?
Shinyashiki -- O primeiro passo é pensar nas coisas que fazem as pessoas cederem a essa tirania e tentar evitá-las. São três fraquezas: A primeira é precisar de aplauso, a segunda é precisar se sentir amada e a terceira é buscar segurança. Os Beatles foram recusados por gravadoras e nem por isso desistiram. Hoje, o erro das escolas de música é definir o estilo do aluno. Elas ensinam a tocar como o Steve Vai, o B. B. King ou o Keith Richards. Os MBAs têm o mesmo problema: ensinam os alunos a serem covers do Bill Gates. O que as escolas deveriam fazer é ajudar o aluno a desenvolver suas próprias potencialidades.
ISTO É -- Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?
Shinyashiki -- A sociedade quer definir o que é certo. São quatro loucuras da sociedade... A primeira é instituir que todos têm de ter sucesso, como se eles não tivessem significados individuais. A segunda loucura é: Você tem de estar feliz todos os dias. A terceira é: Você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo absurdo. Por fim, a quarta loucura: Você tem de fazer as coisas do jeito certo. Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas. As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que diz que não será feliz, enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento. Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou com amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo à praia ou ao cinema.. Quando era recém-formado em São Paulo , trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. A maior parte pega o médico pela camisa e diz: 'Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei à vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz'. Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas. Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.
20110325
20110321
20110316
ACÚSTICO BÊCA ARRUDA
Show Acústico do cantos e compositor Bêca Arruda
Dia 1º de Abril às 23 horas
Entrada somente com nome na lista, enviar nomes para: show@becaarruda.com.br
Informações: 11 3078 8725
Loca: Açaí Praia
Endereço: Avenida Faria Lima esquina com rua Horácio Lafer | Itaim Bibi | São Paulo - SP
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QUINTA MUSICAL
Quarteto de Cordas se apresenta na Biblioteca Mário de Andrade
Inaugurando o projeto Quinta Musical, a Biblioteca apresenta em seu auditório o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo
Considerado um dos mais ilustres da América Latina, o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo é um dos corpos artísticos do Teatro Municipal de São Paulo. Dia 17, às 19h, o conjunto se apresenta no auditório da Biblioteca Mário de Andrade.
O repertório da apresentação conta com as peças Quarteto Popular de Radamés Gnattali e Quarteto nº 1, de Béla Bártok.
O quarteto foi fundado em 1935 por iniciativa de Mário de Andrade, musicólogo e sociólogo, diretor do Departamento da Cultura (atual Secretaria Municipal de Cultura), com a denominação de Quarteto Haydn. A premissa era difundir a música de câmara e estimular compositores brasileiros à composição de novo repertório do gênero.
A partir de 1944, passou a chamar-se Quarteto de Cordas Municipal, chegando à sua forma definitiva em 1981 como Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo.
A atual formação conta com os violinistas Betina Stegmann e Nelson Rios, o violista Marcelo Jaffé e o violoncelista Robert Suetholz, músicos de intensa atividade no cenário musical brasileiro, através de concertos, recitais ou atividades pedagógicas, além de grande experiência e prestígio internacional.
O Quarteto apresenta-se constantemente em várias capitais do país, na América Latina, Estados Unidos e Europa. Atuou na Alemanha durante a Feira do Livro em Frankfurt, seguindo-se de concertos em importantes cidades neste mesmo país, colhendo aplausos e elogios do público e da crítica em geral. Apresentou-se no Festival de Música de Zaragoza e em Madrid, Espanha, e no Festival Internacional de Música de Morelia, México.
Através de concertos comentados apresenta amplo repertório, inclusive o de vanguarda, promovendo o contato com todas as tendências e escolas de composição musical junto ao público, como parte de seu projeto original de fomento e formação de platéias. Parte significativa deste trabalho se dá com obras dedicadas ao grupo.
Recebeu em sete oportunidades o prêmio de Melhor Conjunto Camerístico, outorgado pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e, em 2003, o Prêmio Carlos Gomes.
As apresentações acontecerão sempre às quintas-feiras de cada mês. Obras do acervo da BMA serão destacadas conforme o repertorio proposto pelo Quarteto.
Programação Março
Serviço: 17/03 – Quinta-feira às 19h – Auditório (140 lugares)
Repertório
Radamés Gnattali – Quarteto Popular (20m.)
Béla Bartók: Quarteto No.1 (30m.)
Distribuição de senhas: 30 minutos antes do início da apresentação
O repertório da apresentação conta com as peças Quarteto Popular de Radamés Gnattali e Quarteto nº 1, de Béla Bártok.
O quarteto foi fundado em 1935 por iniciativa de Mário de Andrade, musicólogo e sociólogo, diretor do Departamento da Cultura (atual Secretaria Municipal de Cultura), com a denominação de Quarteto Haydn. A premissa era difundir a música de câmara e estimular compositores brasileiros à composição de novo repertório do gênero.
A partir de 1944, passou a chamar-se Quarteto de Cordas Municipal, chegando à sua forma definitiva em 1981 como Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo.
A atual formação conta com os violinistas Betina Stegmann e Nelson Rios, o violista Marcelo Jaffé e o violoncelista Robert Suetholz, músicos de intensa atividade no cenário musical brasileiro, através de concertos, recitais ou atividades pedagógicas, além de grande experiência e prestígio internacional.
O Quarteto apresenta-se constantemente em várias capitais do país, na América Latina, Estados Unidos e Europa. Atuou na Alemanha durante a Feira do Livro em Frankfurt, seguindo-se de concertos em importantes cidades neste mesmo país, colhendo aplausos e elogios do público e da crítica em geral. Apresentou-se no Festival de Música de Zaragoza e em Madrid, Espanha, e no Festival Internacional de Música de Morelia, México.
Através de concertos comentados apresenta amplo repertório, inclusive o de vanguarda, promovendo o contato com todas as tendências e escolas de composição musical junto ao público, como parte de seu projeto original de fomento e formação de platéias. Parte significativa deste trabalho se dá com obras dedicadas ao grupo.
Recebeu em sete oportunidades o prêmio de Melhor Conjunto Camerístico, outorgado pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e, em 2003, o Prêmio Carlos Gomes.
As apresentações acontecerão sempre às quintas-feiras de cada mês. Obras do acervo da BMA serão destacadas conforme o repertorio proposto pelo Quarteto.
Programação Março
Serviço: 17/03 – Quinta-feira às 19h – Auditório (140 lugares)
Repertório
Radamés Gnattali – Quarteto Popular (20m.)
Béla Bartók: Quarteto No.1 (30m.)
Distribuição de senhas: 30 minutos antes do início da apresentação
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20110221
30 ANOS DE ARTE PELA IGUALDADE
Cartunista lança coletânea de luxo “30 Anos de Arte pela Igualdade”
Hoje, dia 21 de fevereiro, a partir das 19h, o Museu da Língua Portuguesa recebe o publicitário e cartunista Maurício Pestana para o lançamento de sua obra “Pestana 30 anos de Arte pela Igualdade”, uma coletânea de luxo composta por três volumes (em português, inglês e espanhol) com seus melhores trabalhos desenvolvidos no período.
Publicitário, cartunista, escritor e roteirista, Pestana já teve trabalhos publicados no Brasil e no exterior. Suas obras se caracterizam por abordar o tema da luta em favor dos direitos humanos e da cidadania na sociedade brasileira.
É membro do Conselho Nacional de Políticas Culturais e do Conselho Paulista de Leitura e presidente do Conselho Editorial da Revista Raça Brasil, publicação destinada ao público afro-brasileiro.
O evento, oferecido para a imprensa e convidados, é realizado pela Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, do Governo Federal, e pelo Instituto Cultural Batá Kotô - O Ibak, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público. O lançamento da obra ainda conta com o apoio da Coordenadoria dos Assuntos da População Negra (CONE) da Secretaria de Participação e Parceria (SMPP) – Prefeitura de São Paulo, do Ministério da Cultura – Fundação Cultural Palmares, da ODEON Gráfica&Editora, da Livraria HQMIX e do Museu da Língua Portuguesa.
A obra “30 Anos de Arte pela Igualdade” vai reunir também textos de personalidades que ressaltam a importância do trabalho do autor para a denúncia e o avanço da igualdade racial no Brasil. Entre elas estão Ivete Sacramento, ex-reitora da Universidade da Bahia; Flávio Carrança, jornalista e coordenador da Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira); e João Jorge, presidente do Olodum.
Serviço:
Lançamento coletânea "Maurício Pestana - 30 anos de Arte pela Igualdade"
Quando: 21/02
Horário: 19h
Local: Museu da Língua Portuguesa- Estação da Luz
☆ fonte
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20110209
BONDADE? NÃO, É A GOTA D'ÁGUA PARA MEU DESABAFO!
Recebi hoje essa notícia (publicada na Folha de São Paulo) de uma colega de trabalho da PMSP e não pude perder a oportunidade de escrever sobre esse assunto: Muita gente que me conhece e sabe que sou funcionário público, acredita que minha vida está segura, já que prestei um concurso e tenho a tal estabilidade de que muitos sonham. Mas na real não é bem assim: Quem trabalha no nível médio, no meu caso, passa diariamente por humilhações não são publicadas nos jornais. Os fiscais, que ganham mais de dez vezes o nosso salário são os quem têm o futuro garantido (e prestam praticamente o mesmo serviço que eu! A diferença é basicamente o acesso à determinadas telas). Isso porque a carga horária não soma nem a metade da nossa... quando aparecem para trabalhar. Mas não posso ser hipócrita: Também aproveito das faltas que me são beneficiadas por direito, só que tenho outros objetivos. Me formei em Design Editorial e desde então procuro estar sempre envolvido nesta área, o que não tem acontecido ultimamente, mas estou disposto a trocar de vida, porque não tenho mais expectativa de crescimento se tiver que depender do poder público para ter sucesso profissional. Este é um desabafo que há tempos gostaria de esclarecer para mim, para ficar claro! Preciso analisar minha situação...
Desde que entrei na prefeitura em 2003, ouço as pessoas falando sobre reajustes salariais, o que somam mais de 30 anos sem nenhum aumento significativo. Enquanto isso, nossa classificação foi alterada como se estivéssemos sendo promovidos, mas o valor no holerite continuou igual!
Trabalho na Secretaria de Finanças da Prefeitura Municipal de São Paulo, no PraServir, (DIATE - Divisão de Atendimento) e atendo ao público tirando dúvidas sobre as cobranças de impostos, formalizando parcelamentos de dívidas e claro, atuando como assistente social, que não estava previsto, mas acaba sendo consequência da diversidade humana que comparece diariamente quando clico no botão para acionar o próximo contribuinte a ser atendido, praticamente uma roleta russa. Atendo desde o mais simples e/ou analfabeto; (semi/wannabe) celebridades; até o mais arrogante e/ou instruído contribuinte! (Apesar de que se fosse tão bem instruído assim poderia resolver tudo pela internet, já que todos os serviços prestados pela PMSP estão disponíveis em: http://www.prefeitura.sp.gov.br #ficadica).
De um lado, este ano (desde janeiro de 2009) os autônomos estão isentos da taxa de ISS (Imposto Sobre Serviços), uma promessa de campanha para a reeleição de nosso atual prefeito Gilberto Kassab, mas por outro, houveram também reajustes na cobrança do IPTU, deixando muita gente revoltada. As pessoas acreditam que tenho contato direto com o Gabinete para repassar cada insulto que me é absorvido, enquanto o máximo que posso fazer é imprimir o boleto com o valor pendente e/ou encaminhá-lo para o Setor de Fiscalização que provavelmente não terão toda essa minha edudação adquirida em uma rígida escola alemã, pelo contrário: os fiscais normalmente são tão mal educados quanto os contribuintes que querem armar barraco...
No final do ano passado fomos bombardiados por e-mails, dos mais diversos, sobre organizações de greves com o objetivo de conseguir um aumento de (pasmem!) menos de um salário mínimo, no propósito de incentivar os servidores que estão se aposentando e também para não deixar com que os novatos pedissem exoneração, o que acontece diariamente comprovado pelo Diário Oficial. Na verdade alguns servidores revoltados com as festas de final de ano resolveram tentar correr atrás do prejuízo sem sucesso. É desmotivador mas cheguei a comparecer em algumas reuniões/manifestações: Foi barulho demais para resultados de menos.
Fato é que não posso julgar cada servidor, porque ouço diariamente muita gente reclamar e não vejo nenhuma atitude da parte dos próprios funcionários, muito pelo contrário: convivo com pessoas que prezam por seu interesse pessoal, obviamente, mas que para isso são capazes de agir contra a lei, dando aquele jeitinho brasileiro e prejudicando quem é realmente honesto e quer ajudar para ser ajudado. Então acredito mesmo que a melhor maneira para sermos notados/promovidos seria a paralização, mesmo que fosse apenas um dia ou somente algumas horas, porque isso está previsto por lei garantindo nossos direitos. Mas quando os mais antigos ouvem a palavra greve, automaticamente relembram da época em que o senhor Jânio Quadros estava no poder e exonerou todos os envolvidos na paralização (e que foram recontratados depois, porque eram servidores admitidos e não concursados), é um texto pronto, incrível! Queria ter a oportunidade de poder gravar os depoimentos, chega a ser triste: a pessoa reclama, você questiona e entra o texto, praticamente o mesmo release que usam para justificar as cobranças que não sabem explicar e com certeza não têm interesse de ir atrás para saber, já que vão se aposentar mesmo, né? (#ironia... poderia colocar aspas em tantas palavras aqui, mas seria poluir ainda mais! Só espero não ser mal interpretado, porque a minha intenção é fazer a voz das pessoas que me param nos corredores ou na hora do almoço, mesmo os contribuintes que questionam e/ou afirmam sobre o pagamento do meu salário!)
Tudo isso porque trabalho no local responsável pela maior arrecadação da história do Município de São Paulo, graças ao Programa de Parcelamento Incentivado, o famoso PPI que acontece desde 2006 negociando dívidas antigas que estão inscritas em FISC/JUD inclusive as Taxas de Lixo cobradas inconstitucionalmente pela ex-prefeita Marta Suplicy e que para os desinformados um esclarecimento: Quem não entrou com o processo de reavaliação dessa taxa na época da cobrança (até 2005), atualmente continua com a pendência além da cobrança dos juros... e como o PPI acabou no final do ano passado, quem não pagou acha que vai caducar, mas pelo contrário... aguardem as cartas e/ou o oficial de justiça batendo à sua porta! Consulte pelo número de contribuinte (SQL) no site da pmsp!
Esses dias faleceu uma de minhas colegas que estava prestes à se aposentar, a Esther... mulher bastante querida e trabalhadora. Admirava seu ótimo humor e eficiência no trabalho, diferente das pessoas que entraram na mesma época que ela. Quando refleti sobre esse acontecimento pensei: Será que vale mesmo a pena trabalhar em um lugar que você tem o benefício de não ser mandando embora por ter prestado um concurso e ter a possibilidade de faltar 15 dias seguidos ou 45 dias intercalados (fora os abonos: 2 por mês e faltas justificadas, também 2 por mês, ou ainda injustificados ilimitados)??? Qual é o meu benefício? Não tenho medo de trabalhar, pelo contrário, gosto muito! Inclusive sou elogiado sempre pela chefia e pelos contribuintes, mas nosso salário não é mais justo! Enquanto isso o que sobe é a tarifa do transporte público! Então quando alguém disser que paga meu salário, vou ter que pedir um aumento pra poder voltar pra casa...
Essa estabilidade que minha família/amigos/afins tanto me pressionam pra eu não perder, será mesmo que é o que eu quero para o meu futuro? Já faz um bom tempo que estou me questionando e hoje chego à conclusão de que isso não vai mudar, porque não sou eu que irei mudar todo um sistema governamental com um post em um blog. Mas quero me livrar desse caos que a minha vida tem sentido, essa energia pesada, essa carga negativa que as pessoas trazem pra mim de graça... não escolhi isso! Poderia trabalhar na Secretaria de Cultura, teria muito mais a ver com meu curso de formação (Design Editorial) mas existe um problema, só posso sair se conseguir alguém pra trocar comigo (permuta) e quem é que vai querer sair de um local cheio de cultura, eventos e afins, para conviver com tudo isso que passo quase que diariamente? (já nem tenho mais quase condições físicas de comparecer ao trabalho!) Perdi já dois anos e meio quando trabalhei na Subprefeitura de Parelheiros e demorava mais de duas horas e meia só pra chegar ao local de trabalho. Chega a ser deshumano, porque existe uma Sub pertíssimo da minha casa! É um absurdo e todos falam com uma naturalidade, mas o funcionário não é o maior beneficiado e sim o próprio governo. Já foi uma luta sair de lá, consegui ser transferido para o centro da cidade graças à internet, mas dessa vez não tenho nem mais esperança, só quero sair!!!
A Rede Globo esteve presente essa semana pra gravar uma reportagem e fomos obrigados a usar um uniforme que faz com que todos nós perdêssemos o moral. É horrível, teria que ser mais neutro, simples, mas é um azul bebê que vai se degradando, com uma gravata que não combina, com o logo enorme borbado da pmsp que não é nada proporcional, além de ser uma camisa de péssima qualidade. Deveria ser uma camiseta pólo básica preta/branca/azul marinho com o logo e só! Calça social e sapato, simples, discreto e com certeza as pessoas teriam mais orgulho de vestir a camisa! Sinceramente tenho vergonha do uniforme, do trabalho e da hipocrisia/puxa saquismo que tenho que conviver, por isso estou surtado com essa notícia e tive que desabafar... mas tenho certeza que esse será o meu ano, porque estou encerrando minhas atividades como Assistente de Gestão de Políticas Públicas, mas tenho certeza que muita gente ainda vai associar meu nome como um designer ou me considerar artista, porque é isso que quero ser! Quero trabalhar com arte, cultura, incentivar crianças à desligarem suas tv's, computadores e irem para o parque, tendo contato com a natureza, com os animais, desenhar, pintar, brincar, se sujar! Ter suas próprias histórias pra contar e não viver de copy/paste sem questionamento ou sem a intenção do bem comum, do bom senso, do belo, de preservar, cultivar, respeitar e cuidar da vida...
Estamos sendo subestimados! E isso não pára por aqui, está apenas começando! 2011 deve ter sua numerologia pra questão do recomeço e se em 2012 tudo não acabar, estarei aqui novamente incentivando o bem, o bom, o leve, o natural, o amor, a relação, o sorriso... é isso que quero pra minha vida! Poder ter orgulho do meu trabalho que só eu sei quão dedicado sempre fui em todos esses anos e merecedor de tudo o que isso me proporcionou, mesmo que seja essa reflexão implorando pra eu sair e seguir meu coração e meus lápis, papéis, desenhos, linhas, textos, brisas e afins...
Então aproveito para deixar meu link profissional, caso alguém se interesse depois dessa:
Então aproveito para deixar meu link profissional, caso alguém se interesse depois dessa:
"a busca, não nasce da consciência da plenitude,
mas da sensação de carência, da mutilação".
mas da sensação de carência, da mutilação".
(júlio cortázar)
"tú te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas".
(antoine de saint-exupèry)
NAM MYOHO RENGUE KYO
AMÉM
SARAVÁ
NAMASTÊ!
♥
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20110208
QUAL SERÁ O FUTURO DE SP?
★ fonte
A militarização das subprefeituras em São Paulo
Enviado por Alberto Porem Junior, sex, 04/02/2011 - 10:50Autor:
Alberto Porém Jr.O motivo eu não sei, mas que é estranho é.
Kassab coloca mais 5 coronéis no comando das subprefeituras
Agora, dos 31 subprefeitos, 22 são oficiais da reserva da PM
FOLHA DE SÃO PAULO - 04/02/2011 - COTIDIANO - EVANDRO SPINELLI - DE SÃO PAULO
A cota de coronéis no comando das subprefeituras paulistanas cresceu ainda mais ontem, quando cinco novos oficiais da reserva da Polícia Militar foram nomeados subprefeitos pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM).
Agora, dos 31 subprefeitos, 22 são coronéis da reserva -71% do total, ou sete em cada dez subprefeitos -, assim como os chefes de gabinete.
As indicações são feitas pelo comandante-geral da PM Álvaro Camilo, mantido no cargo pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), e avalizadas por Kassab, que apenas informa o secretário das Subprefeituras, Ronaldo Camargo, e os subprefeitos sobre a mudança.
Ontem, Kassab participou de um evento ao lado de Camilo -o anúncio de um projeto de turismo comercial que envolve a "feirinha da madrugada", no Brás.
A prefeitura informou, em nota, que "a nomeação de novos subprefeitos e chefes de gabinete baseia-se em critérios técnicos que levam em consideração o currículo e a competência de cada nomeado para o cargo".
De acordo com o governo, "não há outras mudanças previstas", ou seja, não há planos de que todas as subprefeituras sejam comandadas por militares.
Agora, dos 31 subprefeitos, 22 são coronéis da reserva -71% do total, ou sete em cada dez subprefeitos -, assim como os chefes de gabinete.
As indicações são feitas pelo comandante-geral da PM Álvaro Camilo, mantido no cargo pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), e avalizadas por Kassab, que apenas informa o secretário das Subprefeituras, Ronaldo Camargo, e os subprefeitos sobre a mudança.
Ontem, Kassab participou de um evento ao lado de Camilo -o anúncio de um projeto de turismo comercial que envolve a "feirinha da madrugada", no Brás.
A prefeitura informou, em nota, que "a nomeação de novos subprefeitos e chefes de gabinete baseia-se em critérios técnicos que levam em consideração o currículo e a competência de cada nomeado para o cargo".
De acordo com o governo, "não há outras mudanças previstas", ou seja, não há planos de que todas as subprefeituras sejam comandadas por militares.
ALIADOS
Wilson Pedroso (Vila Prudente), Roberto Tamura (Itaquera) e José Rubens Domingues Filho (Cidade Ademar) eram indicados do PSDB, maior partido da base de apoio a Kassab. Celso Capato (Perus) e Regis Gehlen de Oliveira (Butantã) faziam parte da cota pessoal do prefeito.
Todos foram nomeados em outros cargos, com salários menores -o subprefeito ganha R$ 6.802,74.
Tamura, ex-prefeito de Capão Bonito, é o novo superintendente do Serviço Funerário. Os demais ocupam agora cargos de assessores do secretário das Subprefeituras.
Kassab deve trocar o DEM pelo PMDB nos próximos meses, mas pretende manter o PSDB em sua base de apoio. A legenda ainda tem o controle das subprefeituras de Capela do Socorro, M'Boi Mirim e Vila Maria, além de várias secretarias, como Educação e Saúde.
Todos foram nomeados em outros cargos, com salários menores -o subprefeito ganha R$ 6.802,74.
Tamura, ex-prefeito de Capão Bonito, é o novo superintendente do Serviço Funerário. Os demais ocupam agora cargos de assessores do secretário das Subprefeituras.
Kassab deve trocar o DEM pelo PMDB nos próximos meses, mas pretende manter o PSDB em sua base de apoio. A legenda ainda tem o controle das subprefeituras de Capela do Socorro, M'Boi Mirim e Vila Maria, além de várias secretarias, como Educação e Saúde.
20110207
QUIXOTES
O espetáculo “Quixotes”estreou em 2005 na Mostra de Dramaturgia Contemporânea do Centro Cultural Vergueiro em São Paulo. Foi criado com recursos da lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, e é resultado de um processo de criação colaborativa. Participou das comemorações do quarto centenário da publicação do primeiro livro da obra O Engenhoso Fidalgo Dom Quixote de La Mancha de Miguel de Cervantes.
“Quixotes”foi reconhecido no festival de Pindamonhangaba com o prêmio de melhor atriz, participou do projeto Teatro nos Parques, projeto “Seis na Sé” do Metrô, Circuito Cultural Paulista e de diversos festivais de teatro.
A criação do espetáculo contou com a orientação da Profa. Dra. Maria Augusta da Costa Vieira (USP), reconhecida como a maior “cervantista” do Brasil. Promovemos um ciclo de palestras que auxiliou a construção da nossa particular interpretação a cerca da obra com: André Gaiarça(psicanalista), Rosemeire da Silva (USP),Rubens José de Souza Brito (Unicamp), Luiz Henrique Góes (Palas Athena), Rosangela Schardong (USP) e Caco Galhardo(cartunista).
A encenação foi construída a partir de estímulos do diretor Mário Bolognesi e dos “dramaturgistas” Andréia de Almeida e Carlos Lotto. Participaram do processo de criação os artistas: Beto Teixeira na preparação corporal e danças brasileiras, Juçara Marçal na preparação vocal e canto, Mauricio Mass nas aulas de percussão corporal e na composição da trilha sonora e Daniel Ortega na concepção do cenário e figurino.
Ficha Técnica
Direção: Mário Bolognesi
Orientação Dramaturgia: Carlos Lotto
Dramaturgia: Andréia de Almeida
Direção de Produção: Ana Clara Marques
Produção Executiva: Juliana Oliveira
Assistente de Produção: Rosana Delgado
Assessora de Imprensa: Amália Pereira
Preparação Corporal e Danças Brasileiras: Beto Teixeira
Preparação Vocal e Cantos do Brasil: Juçara Marçal
Trilha Sonora Original: Mauricio Mass
Iluminação: Circo Navegador
Técnico de Som e Luz: Gabriel Draetta
Figurino: Daniel Ortega
Figurinista Acácio Abreu de Oliveira
Elenco:Andréia de Almeida e Lucciano Draetta
Fotos: Rafael Pileggi
Infos:
de 21 de janeiro a 13 de março 2011
sextas e sábados às 21h e
domingos às 20h
Teatro de Arena Eugêncio Kusnet
Rua Dr. Teodoro Baima 94 | República - São Paulo - Sp
11 3256.9463
Ingressos com até 30 minutos de antecedência
_
★★★★★
20110121
20110119
CONSIDERAÇÕES PLUVIOMÉTRICAS
- Em SP não se fala mais direita e esquerda ... agora é bombordo e estibordo.
- Depois de tanta chuva, o prefeito Gilberto Kassab anunciou a construção da Hidrelétrica do Anhangabaú.
- Se a São Silvestre fosse em Janeiro, o Cesar Cielo iria humilhar.
- Depois do AirBag, os coletes salva vidas são os opcionais mais importantes nos carros de São Paulo.
- O melhor serviço de entrega em SP é do Submarino.
- Ninguém passa fome em São Paulo, bolinho de chuva é o que não falta.
- Vamos assistir a chuva lá em casa hoje?
- Quem acha que a água do mundo está acabando, não mora em SP.
- Meu passeio ciclístico de hoje fiz de pedalinho.
- Agora, todo paulistano tem casa com vista para o mar.
- Tem carioca morrendo de inveja, agora São Paulo tem dois mares: Tietê e Pinheiros.
- A Dilma está lançando o BALSA-familia pra ajudar São Paulo.
- Pelo menos a SABESP cumpriu o prometido: água e esgoto na casa de todo mundo.
- O Kassab tá trocando o bilhete Único pelo bilhete ÚMIDO.
- A Marta Suplicy disse para o Kassab: "Relaxa e bóia!..."
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