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20110606
DEVIL IN MISS JONES

20110428
VOZ DO CORAÇÃO ♫
20110408
20110330
SEXO COM CULTURA É OUTRA HISTÓRIA
20101202
Como surgiu a palavra piquenique?
20101004
QUE CAGADA! \m/
Salió apurada de su casa con su pollera corta
Él la esperaba en la parada hacía más de una hora
Y no le dijo nada, ella quería pasarla bien
No le dijo nada, y se tomaron el diez
Sacó boleto doble hasta Palermo
Ella lo miró y creía comprenderlo
Y no le dijo nada, ella quería pasarla bien
No le dijo nada, y se bajaron del diez
Y era de noche y la abrazaba
¡Y no le dijo nada!
Sintió su mano en la espalda
¡Y no le dijo nada!
La acariciaba despacito
¡Y no le dijo nada!
Y de repente llegó Tito
¡Qué cagada!
No le dijo, no le dijo
No le dijo, no le dijo nada
Nunca dijo, nunca dijo
Nunca dijo, nunca dijo nada
En el verano fueron juntos a la playa
A él le gustaba ir a las rocas y ella nunca se negaba
Y no le dijo nada, ella quería pasarla bien
No le dijo nada, ya no se portaban bien
Y la llevó a su cueva entre las rocas
Tenía un colchón, vino y vodka
Y no le dijo nada, ella quería pasarla bien
No le dijo nada, nunca se portaban bien
Y era de noche y la abrazaba
¡Y no le dijo nada!
Sintió su mano en la espalda
¡Y no le dijo nada!
La acariciaba despacito
¡Y no le dijo nada!
Y de repente llegó Tito
No le dijo, no le dijo
No le dijo, no le dijo nada
Nunca dijo, nunca dijo
Nunca dijo, nunca dijo nada
Dijo, no le dijo, nunca, nunca dijo no
Nunca, nunca dijo nada
No le dijo, no le dijo
No le dijo, no le dijo nada
Y un día charlando se dió cuenta
Que ella nunca decía nada, yea-yea
Y un día charlando y con mucha ternura
Le dijo, le dijo
Nena, ¡vos sos muda!
Era muda, era muda
Era muda, la niña era muda
Nunca dijo, nunca dijo
Nunca dijo, nunca dijo nada
Dijo, no le dijo, nunca, nunca dijo no
Nunca, nunca dijo nada
No le dijo, no le dijo
No le dijo, no le dijo nada
20100830
Creation in 8-Bit
SUPERNATURAL CREATOR 2 from Mareike on Vimeo.
20091113
A Evolução do Ensino da Aritmética
20090811
MÍDIA TÁTICA

20090724
20090704
o que é aquilo?
20090701
rita lee
Ontem, para mutilar, amordaçar, silenciar. Hoje, para manipular, moldar, escravizar aos estereótipos. Todos vimos, na televisão, modelos torturados por seguidas cirurgias plásticas. Transformaram seus seios em alegorias para entrar na moda da peitaria robusta das norte americanas. Entupiram as nádegas de silicone para se tornarem rebolativas e sensuais, garantindo bom sucesso nas passarelas do samba.
Substituíram os narizes, desviaram costas, mudaram o traçado do dorso para se adaptarem à moda do momento e ficarem irresistíveis diante dos homens. E, com isso, Barbies de facaria, provocaram em muitas outras mulheres - as baixinhas, as gordas, as de óculos - um sentimento de perda de auto-estima. Isso exatamente no momento em que a maioria de estudantes universitários (56%) é composta de moças. Em que mulheres se afirmam na magistratura, na pesquisa científica, na política, no jornalismo. E, no momento em que as pioneiras do minismo passam a defender a teoria de que é preciso feminilizar o mundo e torná-lo mais distante da barbárie mercantilista e mais próximo do humanismo.
Por mim, acho que só as mulheres podem desarmar a sociedade. Até porque elas são desarmadas pela própria natureza. Nascem sem pênis, sem o poder fálico da penetração e do estupro, tão bem representado por pistolas, revólveres, flechas, espadas e punhais. Ninguém diz, de uma mulher, que ela é de espadas. Ninguém lhe dá, na primeira infância, um fuzil de plástico, como fazem com os meninos, para fortalecer sua virilidade e violência. As mulheres detestam o sangue, até mesmo porque têm que derramá-lo na menstruação ou no parto.
Odeiam as guerras, os exércitos regulares ou as gangues urbanas, porque lhes tiram os filhos de sua convivência e os colocam na marginalidade, na insegurança e na violência. É preciso voltar os olhos para a população feminina como a grande articuladora da paz. E para começar, queremos pregar o respeito ao corpo da mulher. Respeito às suas pernas que têm varizes porque carregam latas d'água e trouxas de roupa. Respeito aos seus seios que perderam a firmeza porque amamentaram seus filhos ao longo dos anos. Respeito ao seu dorso que engrossou, porque elas carregam o país nas costas.
São as mulheres que irão impor um adeus às armas, quando forem ouvidas e valorizadas e puderem fazer prevalecer à ternura de suas mentes e a doçura de seus corações. 'Nem toda feiticeira é corcunda. Nem toda brasileira é só bunda.'
20090629
DIRETO DE PORTUGAL
20090615
32 ditados na era digital
20090526
relâmpago e trovoada



























