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20091113
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Greenpeace Black Pixel Project
20090529
kamasheetra
20090525
você é nerd?
clique aqui para fazer o teste!
20090430
SABIA?
Mas não acredites em tudo que te digo, até que o tentes por ti mesmo, se souberes de alguém que precisa de algo que mencionei, e souberes que podes ajudar, verás que serás recompensado a duplicar. E um dia, nós mudaremos o mundo... ou já o estamos a fazer. Se o mundo acabasse daqui a 24 horas, todas as linhas telefónicas, chat rooms e e-mails estariam saturados de pessoas enviando mensagens aos outros, dizendo 'Arrependo-me de te ter Magoado', 'Perdoa-me', 'Amo-te', 'Tenho-te em grande estima', 'Toma conta de ti' e também, 'Eu sempre te amei, mas nunca to disse'.
20090428
regressão consciente
20090419
20090408
Editora Guemanisse
Com o objetivo de incentivar a literatura no país, dando ênfase na publicação de textos, a Guemanisse Editora e Eventos Ltda. promove o 1º Concurso Literário Guemanisse de Crônicas e de Textos Humorísticos, composto por duas categorias distintas:
a) CRÔNICAS - narrativa que descreve um flagrante da vida, sério ou pitoresco, atual ou histórico, real ou imaginário, com temática livre.
b) TEXTOS HUMORÍSTICOS - narrativa cômica de situações, piadas, com temática livre.
o qual será regido pelo seguinte
REGULAMENTO
1. Podem concorrer quaisquer pessoas, desde que os textos inscritos sejam em língua portuguesa. Os trabalhos não precisam ser inéditos e a temática é livre.
2. As inscrições se encerram no dia 15 de maio de 2009. Os trabalhos enviados após esta data não serão considerados para efeito do concurso, e, assim como os demais, não serão devolvidos. Para tanto será considerada a data de postagem (correio e internet).
3. Para ambas as categorias, o limite de cada texto é de até 4 (quatro) páginas. Os textos devem ser redigidos em folha A4, corpo 12, espaço 1,5 (entrelinhas) e fonte Times ou Arial.
4. As inscrições podem ser realizadas por correio ou pela internet da forma seguinte:
a) Via postal (correio): os trabalhos podem ser enviados em papel, CD ou disquete 3 ½ para Guemanisse Editora e Eventos Ltda. CAIXA POSTAL 31.530 - CEP 20780-970 - Rio de Janeiro - RJ;
b) Internet: os trabalhos devem ser enviados, em arquivo Word, para o e-mail editora@guemanisse.com.br
5. Cada texto receberá um número aleatório (sorteado) que fará a identificação autor/texto. Dessa forma os textos não devem ter nenhuma identificação, resumindo-se no seu título e conteúdo da obra. Os Textos devem ser remetidos em um único envelope (correio) ou arquivo (internet) em 1 (uma) via. Uma folha (ou arquivo) separada, deverá conter os seguintes dados do concorrente:
a) nome completo;
b) nome artístico, com o qual assina a obra e que será divulgado em caso de premiação e/ou publicação;
c) categoria a que concorre;
d) data de nascimento / profissão;
e) endereço completo (com CEP) / e endereço eletrônico (e-mail).
6. Cada concorrente pode realizar quantas inscrições desejar.
7. Para ambas as categorias, o valor da inscrição é de R$ 30,00 (trinta reais), com direito a enviar até 2 (dois) textos por inscrição. Os valores devem ser depositados em favor de GUEMANISSE EDITORA E EVENTOS LTDA, na Caixa Econômica Federal, Agência 2264, Oper. 003 - Conta Corrente Nº 451-7.
8. Os comprovantes de depósito (nos quais os concorrentes escreverão o nome) devem ser remetidos para Guemanisse Editora e Eventos Ltda. pelo correio, pela internet (escaneados) ou para o fax (21) 3734-2005. Nenhum valor de inscrição será devolvido.
9. Os resultados serão divulgados pelo nosso site www.guemanisse.org
10. Cada Comissão Julgadora será composta por 3 (três) nomes ligados à literatura e com reconhecida capacidade artístico-cultural. Ambas as Comissões podem conceder menções honrosas ou especiais.
11. As decisões das Comissões Julgadoras são irrecorríveis.
12. Para cada Categoria (Crônicas e Textos Humorísticos), a premiação será nos seguintes valores:
a) Premiação em dinheiro:
1º lugar: R$ 3.000,00 (três mil reais) e publicação do texto em livro;
2º lugar: R$ 2.000,00 (dois mil reais) e publicação do texto em livro;
3º lugar: R$ 1.000,00 (mil reais) e publicação do texto em livro.
b) Premiação de publicação em livro:
Os textos premiados, inclusive os que forem agraciados com MENÇÃO HONROSA e/ou MENÇÃO ESPECIAL, serão publicados em livro (sem ônus para seus autores, inclusive de remessa postal) e cada um destes autores receberá dez exemplares, a título de direitos autorais. Esta edição específica não poderá ultrapassar a tiragem de 2.000 (dois mil) exemplares, e os livros restantes desta edição serão preferencialmente distribuídos por bibliotecas e escolas públicas.
13. A inscrição no presente concurso implica na aceitação plena deste regulamento.
20090404
20090325
20090323
telefone fixo mais barato
20090318
"which famous painting am i?"

20090226
demência no trabalho
25/02/2009 - 18h15
Trabalhar demais aumenta risco de demência, diz estudo
20090219
online makeover!
20090218
SER INVISÍVEL
TESE DE MESTRADO NA USP por um PSICÓLOGO
'O HOMEM TORNA-SE TUDO OU NADA, CONFORME A EDUCAÇÃO QUE RECEBE'
'Fingi ser gari por 8 anos e vivi como um ser invisível'
Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado a 'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social.
O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali, constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres invisíveis, sem nome'. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa. Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida: 'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o pesquisador.
O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. 'Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão', diz.
No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns se aproximavam para ensinar o serviço. Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse: 'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi. Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.
O que você sentiu na pele, trabalhando como gari? Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.
E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou? Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão.
E quando você volta para casa, para seu mundo real? Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador. Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo nome. São tratados como se fossem uma 'COISA'.
Ser IGNORADO é uma das piores sensações que existem na vida!
20090203
teste (cinestésico, auditivo, visual)
Teste simples, com poucas perguntas. (K, A, V): http://somostodosum.ig.com.br/testes/pnl/exercicio1.asp O assunto foi discutido no curso de excelência profissional que uma amiga fez semanas atrás, onde tentaram determinar se somos pessoas mais auditivas, visuais ou cinestésicas. Quer dizer, recebemos melhor uma informação por escrito (visual), falada (auditiva) ou por gestos (cinestésicas). Geralmente quem é mais auditivo é menos cinestésico. São pessoas que não falam por gestos, e tambem não gostam de "encostos". http://www.pnlbrasil.com.br/artigos/artigodomes200701.htm Baseado nas questões que foram respondidas e o momento em que você está vivendo agora, você esta: | ||||||||||
| Este teste visa mostrar uma maior receptividade ou sensibilidade dos seus sentidos, "baseando-se no ponto de vista da PNL de como as pessoas processam internamente". Não se rotule ou considere como definitiva essa identificação, pois o resultado do teste reflete o seu momento atual. Essas características podem ser trabalhadas e desenvolvidas. O importante é sempre fazer este teste. Caso perceba uma predominância para um determinado resultado, procure exercitar os outros, pois o ideal é ter todos os sentidos bem calibrados e se possível em porcentagens altas. | |||||||||
Seguem abaixo exercícios para ajuda-lo a estimular seus sentidos:
| ||||||||||
| Agradecimentos a Marilia Reis | ||||||||||
20090129
taroterapia
![]() Seu Arcano Pessoal é: 11 - A FORÇA (Rider Tarot: A Justiça) Palavras-Chave: Auto-Controle e Vontade Dirigida http://www.taroterapia.com.br/arcano/arcano.html |












